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Controle Industrial de Resíduos
Controle Industrial de Resíduos

Introdução ao Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um documento técnico essencial para empresas que buscam realizar uma gestão eficiente e ambientalmente responsável de seus resíduos. É nisso que a planilha de Controle Industrial de Resíduos ajuda, por exemplo.

A elaboração do PGRS é não apenas uma exigência legal, mas também uma prática que contribui para a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.

Neste artigo, no entanto, vamos explorar o passo a passo para a elaboração de um PGRS eficaz, garantindo que sua empresa esteja em conformidade com a legislação e contribua positivamente para o meio ambiente.

O que é o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)?

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um instrumento que orienta a gestão dos resíduos produzidos por uma empresa, desde a sua geração até a destinação final adequada.

Sendo assim, este plano identifica os tipos e quantidades de resíduos gerados, propõe práticas de manejo ambientalmente corretas e estabelece procedimentos para a segregação, armazenamento, transporte e destinação final dos resíduos.

A elaboração do PGRS é uma obrigação legal para determinadas categorias de empreendimentos, conforme estabelecido pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305).

Passo 1: Identificação dos Resíduos Gerados

O primeiro passo na elaboração do PGRS é a identificação dos resíduos gerados pela empresa. É recomendável utilizar, por isso, uma planilha para listar os setores da empresa e realizar visitas para identificar os resíduos produzidos em cada um deles.

Entretanto, é importante atentar-se para resíduos recicláveis, como plásticos e papelão, e resíduos perigosos, como lâmpadas fluorescentes e resíduos contaminados com óleos e graxas.

A identificação precisa considerar a relação direta entre os resíduos e as atividades de cada setor.

Passo 2: Classificação dos Resíduos

Após a identificação, o próximo passo é a classificação dos resíduos conforme a norma ABNT NBR 10.004.

Assim, os resíduos são divididos em classes: Classe 1 (perigosos) e Classe 2 (não perigosos), que por sua vez se subdividem em não-inertes e inertes.

A classificação, portanto, é fundamental para determinar as práticas de manejo e destinação adequadas para cada tipo de resíduo.

Passo 3: Segregação dos Resíduos

A segregação é um processo crítico para manter o valor econômico dos resíduos e garantir um tratamento adequado. A segregação na fonte facilita o gerenciamento e evita a contaminação entre resíduos incompatíveis.

É essencial verificar as compatibilidades para armazenamento conjunto e priorizar a segregação no ponto de geração.

Passo 4: Armazenamento Temporário dos Resíduos

No entanto, antes da destinação final, os resíduos devem ser armazenados em locais adequados, seguindo as normas ABNT NBR 11174 e NBR 12.235 para resíduos não perigosos e perigosos, respectivamente.

Os locais de armazenamento devem ser cobertos, impermeáveis, com acesso restrito e devidamente sinalizados. Para resíduos perigosos líquidos, é necessário contar com bacias de contenção para eventuais vazamentos.

Passo 5: Transporte dos Resíduos

O transporte dos resíduos deve ser realizado por empresas licenciadas e habilitadas para o tipo específico de resíduo.

Por isso, é importante que o transporte seja feito com antecedência para evitar a superlotação dos locais de armazenamento temporário.

Para cada transporte, deve-se preencher um documento de controle, registrando a movimentação do resíduo.

Passo 6: Destinação Final dos Resíduos

Cada tipo de resíduo requer um método específico de tratamento e destinação final. É crucial, por isso, verificar se as empresas receptoras estão licenciadas e habilitadas para tratar os resíduos recebidos.

Lembre-se, no entanto, de que a responsabilidade pelo resíduo se estende até a sua destinação final, e qualquer passivo ambiental pode recair também sobre o gerador.

Passo 7: Metas para Redução dos Resíduos Gerados

Estabelecer metas para a redução dos resíduos gerados é uma prática que contribui para a eficiência operacional e a sustentabilidade. Identifique áreas de desperdício e implemente processos que possam ser otimizados.

Incentive práticas como a redução do uso de papel e a substituição de copos plásticos por canecas reutilizáveis.

Passo 8: Treinamento da Equipe

Por fim, é essencial que toda a equipe esteja ciente do PGRS e saiba como aplicá-lo. Realize treinamentos periódicos para familiarizar os funcionários com as práticas de gerenciamento de resíduos sólidos.

A conscientização e o envolvimento de todos são fundamentais para o sucesso do plano.

Conclusão

A elaboração de um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um passo crucial para empresas que buscam operar de maneira sustentável e responsável.

Seguindo o passo a passo apresentado, é possível criar um PGRS que atenda às exigências legais e contribua para a preservação do meio ambiente.

Lembre-se de que a gestão de resíduos é uma responsabilidade compartilhada, e a implementação efetiva do PGRS é benéfica tanto para a empresa quanto para a sociedade como um todo.


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